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domingo, 6 de outubro de 2013

Anamorfose em 3D

Desenhos anamórficos para a disciplina de Arte e Ciência do Curso de Artes Visuais UEM, inspirados no artista NAGAI HIDEYUKI

Desenho 1
SEM TITULO, Ana Paula Umbelino, 2013. Papel Vergê A4, Nanquim e Hidrocor


Desenho 2

SEM TITULO, Ana Paula Umbelino, 2013. Lápis de cor sopre papel

detalhe em outro ângulo





domingo, 15 de setembro de 2013

Anamorfose

A perspectiva anamórfica consiste na imagem deformada de um objeto, dada por um espelho curvo ou por um sistema óptico não esférico, a arte provocamos o efeito de óptico de deformar aquilo que, visto sob certo ângulo, retoma seu aspecto verdadeiro.

As seguintes anamorfoses foram produzidas no decorrer da disciplina de Arte e Ciência II, da  concepção matemática para a criação das anamorfoses em objetos cilíndricos a criação 3D inspirado no artista Nagai Hideyuki 




uma tentativa de anamorfose em 3D, inspirado no artista Nagai Hideyuki 





quinta-feira, 30 de maio de 2013

Arte e Ciência na Contemporaneidade: José Wagner Garcia


Hoje falaremos sobre um artista contemporâneo, cujo trabalho artístico foge da representação pictórica, tal como já vimos nas obras de arte renascentistas aqui apresentadas, porém mantém a fusão entre arte e ciência como foco do trabalho. Estamos falando de José Wagner Garcia, artista nascido em 1956 em São Paulo. Arquiteto, semioticista, space artist (termo geral para a arte emergente do conhecimento e ideias associadas com o espaço exterior, tanto como fonte de inspiração quanto um meio de visualizar e promover as viagens espaciais.) e genetic designer, trabalha nas áreas de arquitetura em aço e das relações entre arte e sistemas vivos.
Garcia é pesquisador associado do Center for Advanced Visual Studies (CAVS), e Media Lab do Massachusetts Institut of Technologie (MIT), USA. Mestre pelo MIT com dissertação sobre sistemas vivos, desenvolveu seu projeto de doutorado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), no programa de comunicação e semiótica, sobre o tema estética evolucionária. Tem participado dos principais eventos ligados à arte-comunicação e interação entre arte-ciência-tecnologia do país, bem como da exposição Precursor e Pioneiros Contemporâneos, no Paço das Artes, São Paulo, em 1997, na qual apresenta o trabalho Light Automata, instalação que envolve holografia de imagem de síntese e bioluminescência.
Nos anos 90, colaborou em um projeto chamado Escola Futuro, no qual defende o uso de softwares dentro de sala de aula, os quais permitem a integração de texto, imagens, sons e fotos, comandados por um microcomputador, visando uma melhor interação do aluno com o conteúdo através destes suplementos para docentes acostumados com vídeo-games e videoclipes. O pesquisador diz que "Escola do Futuro não é tecnologia de ponta dentro da sala de aula, e sim o preparo das crianças para viver no futuro" e complementa "Existem experiências de mundo que o computador não resolve. No computador pode-se pintar uma linha, mas a criança não pode ser privada da experiência de passar um pincel com tinta sobre o papel.".
 No mesmo período o arquiteto realizou tais obras: “Amazin Amazon”, “Angel5”, “Distúrbio”, “Pele da Imagem”, “Ópera Digital”, “An atribute – value representation for a family of fractal images”, “Wet Ware” e “11,23”.  Em 2000, Garcia realizou as obras “Baxel – bio art”, “Ladrão de Ritmos”, “Arte e Senso Comum”, “Faixa de Gaza” e “Nanoilusão”.

SKY ART

Trabalhando com um satélite em movimento aqui no Brasil, em 1989 o artista José Wagner Garcia cria uma trilogia de obras: Sky and Life, Sky and Body e Sky and Mind.
Se valendo de três diferentes modalidades de captura de sinais, Garcia trabalha em Sky and Life capturando sinais de estrelas tipo G5 (características semelhantes as do sol). Essas imagens eram interpretadas por ele como possíveis mensagens do espaço para a Terra. Esses dados coletados eram convertidos em imagens fractais, que eram devolvidos ao espaço como uma forma de resposta.  Em Sky and Body, a idéia era capturar as imagens da terra a partir do espaço, utilizando um balão estratosférico do instituto nacional de pesquisas espaciais (INPE). Foi instalada no balão uma câmera de slow-scan TV acoplada a uma câmera de vídeo que gravava imagens durante sua subida, posteriormente, o slow-scan converteria as imagens em impulsos de som para serem enviadas à Terra, onde seria novamente convertida em imagem.  Já em Sky and Mind, cuja inspiração foram as famosas linhas de Nazca, o artista, desenhou no solo os trigramas do I-Ching, aproveitando o sistema de irrigação de uma fazenda em Barretos, em uma escala possíveis de ser vista do espaço cósmico, compatível com a resolução dos sensores orbitais utilizados, que fotografaram seu trabalho a 800 quilômetros de altura pelo satélite Landsat 5-TM, quando só então se torna legível. Nesta obra o artista respeitou o ciclo natural da plantação, separando a palha e com elas inscrevendo, com a ajuda de tratores, os trigramas Chien (Céu) e Chen (Trovão).
Garcia é responsável pela primeira, e até agora única, experiência com Sky Art no Brasil, e sobre seu trabalho, pode-se dizer que é uma espécie de resposta anárquica ao à Iniciativa de Defesa Estratégica, também conhecida como Projeto Guerra nas Estrelas, em franca discussão na época de sua feitura, que consistia em pesquisas pagas pelo governo dos Estados Unidos para cientistas e militares pesquisarem sistemas de rastreamento no espaço e antibalísticos.

AMAZING AMAZON

José Wagner Garcia é um criador em novas mídias que se pode considerar radical, não se trata de mais um parnasiano high-tech, desses que se satisfaz em criar sistemas inacessíveis e desprovidos de conceitos. Pelo contrário, Garcia é um investigador acima de qualquer suspeita, justifica e racionaliza cada um dos programas, ações e parâmetros que utiliza. Foi assim que trabalhou, nos anos 80, quando atualizou a Land Art (na qual o terreno natural é trabalhado para que seja a obra) para a escala dos satélites, hibridizando a astrofísica e a arte, o que o levou a compor “Amazing Amazon”, em parceria com a Petrobrás, o MIT e a Nasa.
Em um projeto complexo, “Amazing Amazon” chegou a resultados que puderam ser confrontados na exposição que ocupa a sala Paulo Figueiredo, do Museu de Arte Moderna de São Paulo, em um auditório inflável implantado no parque do Ibirapuera. Para tanto, utiliza interfaces on line, imagens de satélite que retratam o rio Amazonas em 1992, atualmente expostos na sala do museu, mais um sistema de projeção em 10 telas distintas que ocupam um espaço circular, o auditório inflável, em que se é convidado a assistir as imagens deitado. Tudo isso é feito para que os visitantes da mostra participem (ou contemplem?) do objetivo central do projeto: “Tratar o rio Amazonas como uma escultura geológica, estabelecendo uma estética de sua morfogênese”.
Percorremos os 7 mil quilômetros das águas amazônicas em imagens videográficas aéreas, terrestres e processadas por satélites como JERS-1, que fazem parte de projetos internacionais de mapeamento dos recursos naturais e são utilizados para finalidades diversas, como, por exemplo, controle de cheias. Wagner desfaz as compartimentações que permitiam diferenciar campos disciplinares científicos e artísticos, reconfigurando as funcionalidades desses mapeamentos. A natureza não é só representação, mas mediação, como afirma o próprio artista.








Para saber mais sobre o artista e seu trabalho, recomendamos seu artigo escrito para a Folha de S. Paulo sobre arte biológica e tecnologia: 

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs2008200008.ht





REFERENCIAS:

http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-index.php?page=Jos%C3%A9+Wagner+Garcia

http://www.colegioweb.com.br/historia/guerra-nas-estrelas.html

RELEITURA: bomba orgânica


 A imagem trata-se de uma releitura da obra chamada An Experiment on a Bird in the Air Pump  (Experimento com um pássaro em uma bomba de ar) de Joseph Wright of Derby, 1768, a partir da proposta da disciplina de arte e ciência. A pintura original coincide com a época da revolução industrial, conhecido também como a era da razão, o Iluminismo, retratando uma reunião cientifica noturna, com cientista da época James Ferguson com o assunto principal a demonstração das propriedades do ar. A obra pertence a serie “à luz de velas” que homenageia a física, a astronomia e a química, devido intensa atividade cientifica dessa época.
Valendo-se da relação do ar como fonte de vida, partido dos estudos de Lynn Margulis sobre holocausto do oxigênio*, onde parte de uma longa discussão de como se deu o oxigeno a na terra, os seres vivos que se adaptaram a esse novo contexto, e a ciência. Dialogando com o observador como faz Wright, a imagem convida a transpor a realidade para um paralelo, onde a ciência trabalha na compreensão de um elemento essencial para vida aeróbica, o ar. As figuras constituem-se de seres inorgânicos de inteligência artificial, criadas a partir de metais resistentes e da mesma forma que os personagens do quadro de Wright observam alguns assustados outros maravilhados os experimentos com o oxigênio.  Uma imagem de ficção cientifica, onde “humanos” cibernéticos se da param com algo dramático que é o orgânico “o ar”, um elemento que provoca a vida e ao mesmo tempo a tira, para os seres aeróbicos ou aquelas maquinas que podem sofrer com a oxidação provocada pelo oxigênio.

An Experiment on a Bird in the Air Pump, Joseph Wright of Derby, 1768



 
  Bomba orgânica, 2013 Ana Paula.  
Naquim e Maker sobre papel (224g),  21,0 cm x 29,7 cm
tratamento photoshop CS6





*Ar (oxigênio)  deu origem a vida na terra, segundo Lynn Margulis em holocausto do oxigênio, com a escassez de H2S (Ácido Sulfúrico) selecionou organismo que pudessem utilizar Hidrogênio presente na água (H2O) para síntese de seu alimento, então surge a cianobactérias e fotossíntese aeróbica (luz, gás carbônico e agua), isso abarca em uma nova situação na terra, pois o resultado é um gás altamente nocivo, que rege com a matéria orgânica, retira elétrons e produz radicais livres, substâncias com elevado poder reativo e causa a instabilidade de compostos constituídos de carbono, hidrogênio e oxigênio. A principio os metais e gases nobres continha a degradação do oxigênio impedindo que a atmosfera tornasse oxidante, mas quando os metais livres esgotaram o oxigênio acumulou na atmosfera e com isso muitas populações foram exterminadas, caracterizando o holocausto e uma nova condição ambiental surgia, com bactérias que conseguiam viver no meio oxidante e se utilizar do oxigênio.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Podemos

    Olá leitores. Aqui estamos novamente para reiterar nossa primeira publicação. Como vocês podem ver, se trata de uma imagem visual digital figurativa, a qual proporemos – conforme prometemos – alguns meios de leitura. Leitura? Sim, pois imagens podem ser lidas, tal como textos. Imagens visuais são configurações sígnicas, passiveis de decodificação, como fazemos quando relacionamos as palavras de um texto a um significado. Como este assunto dá pano para manga, passemos ao prometido, reservando esta matéria para futuras publicações.

    A imagem em questão chegou ao nosso conhecimento pelo meio mais rápido de divulgação, a internet, na qual maior parte da sociedade mundial tem acesso, onde artistas podem criar e recriar trabalhos e colocá-los á disposição de milhões de pessoas sem precisar de um espaço físico para sua exposição. Iremos analisar esta imagem pelos elementos visuais que a compõe, bem como pela sua importância dentro do contexto histórico no qual foi produzida. Além de explorar o conteúdo da imagem em si, devemos contextualizá-la histórica e socialmente de acordo com o momento no qual ela foi criada, a fim de compreendermos as motivações criativas envolvidas em sua produção. 
    Nossa imagem de autor anônimo trabalha um dos elementos da candidatura presidencial de Barack Obama nos Estados Unidos da América em meados de 2008. Neste período o país se encontrava em meio a uma recessão econômica mundial diante dos resultados da ineficiência das investidas militares no Afeganistão. É nesse cenário que Barack Obama concorre a presidência americana, criticando as políticas econômicas e militares internas e externas do então Presidente George W. Bush. Em sua campanha presidencial Obama utilizou um slogan simples, porém forte: Yes, we can! (Sim, nós podemos) que se tornou o hino e a motivação moral do povo americano. Há aqui a proposição de um diálogo ente o século XVI e a atualidade. O presente é evidenciado pelo próprio suporte da obra, de caráter digital, onde o uso de tecnologias como o computador, a maquina fotográfica, tablets, softwares de manipulação de imagens, entre outras mídias compõem um campo amplo de possibilidades para a expressão artística. E o passado pela figura icônica na história da humanidade, o artista italiano Leonardo da Vinci (1452-1519). Sobre esse contexto, sugerimos então, a América do Norte como local de produção da imagem e a figura do artista italiano como uma releitura do cenário político-econômica atual. O cartaz da campanha retrata o herói americano, um simples homem que tem como dever salvar a pátria. Podemos equiparar o homem polivalente da renascença que descobre a sua força no conhecimento e o primeiro presidente negro da maior potencia mundial que obtêm o poder de uma nação.
    Da Vinci foi um grande representante do Renascimento, período este que se destaca pelo renascer da consciência do homem para si mesmo, afastando-se dos pensamentos teocêntricos dominantes da Idade Media, onde o divino era o centro do universo e a razão do mundo. O homem então passa a se questionar sobre a natureza e sobre si mesmo, tentando compreender o mundo através do conhecimento empírico. Leonardo é uma compilação de arte e ciência em um único indivíduo, tendo sido pintor, inventor, engenheiro, arquiteto, escultor, anatomista, matemático e musico – ou seja, artista e cientista. Produziu em várias áreas como, por exemplo, na pintura – exemplos: La Gioconda[1], Leda, Dama do Arminho, Madonna Litta, Anunciação, A Última Ceia, Ginevra de Benci, São Jerônimo, Adoração dos Magos, Madona das Rochas, Retrato de Músico, São João Batista, Madona do Fuso, Leda e o Cisne –; na ciência com estudos de anatomia humana – estudos do tronco, dos membros, do olho, da embriologia e pregnância –; na arquitetura com projetos para cidades de níveis ideais, circulação de pessoas e carruagens, sistema de abastecimento e saneamento; na engenharia mecânica com protótipos de helicópteros, tanques de guerra, canhão de três canos, engenhos para mergulho submarino, máquinas voadoras, máquinas escavadoras, isqueiro, paraquedas, besta gigante sobre rodas, máquinas a vapor, pontes, calculadoras entre outros. Sendo assim, “Leo” é contemporaneamente considerado um grande gênio da humanidade.






    Por retrabalhar uma referência imagética existente, chamamos nossa imagem de releitura, pois estabelece uma possibilidade criativa variada em relação a uma produção anterior. Conforme Barbosa (2005), a releitura pode modificar a temática e manter a linguagem utilizada em uma obra, citar obras, se apropriar de imagens, entre outras atividades re-criativas. Entretanto, é importante ressaltar que releitura não e cópia, pois realiza o trabalho negativo da obra – pois não é a obra – retornando a ela em forma de referência, ou como o radical de uma palavra, presente em outra. 
    Na releitura em questão, um dos auto-retratos de Leonardo da Vinci é (re)apresentado por uma técnica de efeito visual que lembra o cartaz da campanha de Obama. Podemos identificar como elementos visuais da releitura a presença do artista enquanto personagem, a combinação das cores quentes e frias que remetem às da bandeira estadunidense (branco, vermelho e azul), e a utilização da linguagem escrita, onde lemos ART SCIENCE (Arte Ciência). A imagem também remete visualmente, a algumas produções de um movimento artístico da história da arte na pós-modernidade, a Pop Art. Na Pop Art – movimento que teve grande expressividade nos EUA e como principais expoentes os artistas norte-americanos Roy Lichenstein (Nova Iorque, 27 de outubro de 1923 — Nova Iorque, 29 de setembro de 1997) e Andy Warhol (Pittsburgh, 6 de agosto de 1928 — Nova Iorque, 22 de fevereiro de 1987) – tem entre suas características o jogo de luz e sombra, cores fortes, imagens que expressam crítica e ironia. Deste modo, em nossa releitura, poderíamos pensar, por meio disto, na presença de uma irônica crítica à cultura de massa, pela tentativa de realizar uma releitura a partir de uma imagem de caráter promocional, de divulgação política? Seria o mesmo tom irônico da Arte pop, presente nas Marilyns de Andy Warhol?
    O slogan presidencial (Yes, we can!) joga com a questão da afirmação de uma possibilidade desacreditada, onde a grande maioria dos eleitores norte-americanos encontrava-se descrente sobre sua nação: surge então, uma luz no fim do túnel, que seria o heróico candidato redentor Barack – um tanto “romântico” e “sugestivamente poético”, o caro leitor não acha? Pois é, a releitura da qual falamos também brinca, nos mesmos termos. Onde leríamos Yes, we can! temos as palavras “ART” e “SCIENCE” dispostas em uma convergência de 90 graus. Estaria sendo proposta a possibilidade de convergência entre estas disciplinas? Pelo que brevemente apresentamos sobre Leonardo da Vinci e sua obra, poderíamos pensar a utilização de sua imagem na releitura, como sendo a própria expressão da possibilidade da união pessoal entre arte e ciência. Haveria, de fato, essa possibilidade a qual aqui pensamos que da Vinci expressa? Esta, como é uma questão que já rendeu e ainda rende alguns milhares de páginas escritas em livros, dissertações e teses, fica a ser respondida pelo leitor, guiado por suas experiências (práticas e/ou teóricas) pessoais. Consideramos as leituras como abertas e diretamente relacionadas à experiência do receptor como diz Umberto Eco (2008), e “abertas” em vários graus e possibilidades.





REFERÊNCIAS


BARBOSA, Ana Mae. Arte-educação contemporânea: Consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005.

ECO, Umberto. Obra aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas. São Paulo: Perspectiva, 2008.

GOMBRICH, Ernst Hans. História da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2000.

LIESEN, Maurício. Navegando na ciberarte: notas sobre arte e imaginário na contemporaneidade. Revista Eletrônica de Ciências Sociais. N°8, março de 2005, pg. 71-94.

OSTROWER, Fayga. A Grandeza Humana: Cinco Séculos, Cinco Gênios da Arte". Rio de Janeiro: Editora Campus.




[1]Auge da técnica de pintura no Renascimento, contemplando chiaroscuro e perspectivacientífica.