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domingo, 10 de junho de 2018

NOSSA HOMENAGEM AOS 50 ANOS DE "2001, A SPACE ODYSSEY" - II NUESTRA HOMENAJE A LOS 50 AÑOS DE "2001, UNA ODISEA ESPACIAL" - II





Autoras: Jakeline Melo dos Anjos e Jeisiane Bragantine Ferreira


NOSSA HOMENAGEM AOS 50 ANOS DE "2001, A SPACE ODYSSEY" - I NUESTRA HOMENAJE A LOS 50 AÑOS DE "2001, UNA ODISEA ESPACIAL" - I



Em 2001, Uma Odisséia no Espaço (1968), dirigido por Stanley Kubrick, podemos observar que a organização do filme, isto é, a sequência na qual a história se desenvolve não afeta sua compreensão, pois o filme, ao nosso ver, não apresenta um início ou um fim; a parte final pode funcionar como um começo. Nesse sentido, para desenvolver este storyboard, selecionamos as cenas que consideramos as principais do filme, representando-as em papel Canson, cortado em círculos de 12 cm de diâmetro, remetendo à ideia mencionada anteriormente. A técnica utilizada para preenchimento desses desenhos foi mista (lápis de cor, nanquim, giz pastel oleoso e tinta acrílica).
Para acondicionar todo o storyboard fizemos uma representação simplificada da nave espacial (módulo que Bowman e seu amigo usam para inspecionar a antena supostamente com problemas técnicos segundo HAL9000). Essa nave foi construída utilizando-se papel Kraft de alta gramatura e revestida com papietagem.

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[EN ESPAÑOL]

En 2001, una Odisea en el espacio (1968), dirigida por Stanley Kubrick, podemos observar que la organización de la película, es decir, la secuencia en la que la historia se desarrolla no afecta su comprensión, pues la película, a nuestro ver, no presenta un comienzo o un fin; la parte final puede funcionar como un comienzo. En este sentido, para desarrollar este storyboard, seleccionamos las escenas que consideramos las principales de la película, representándolas en papel Canson, cortado en círculos de 12 cm de diámetro, remitiendo a la idea mencionada anteriormente. La técnica utilizada para llenar esos dibujos fue mixta (lápices de color, nanquim, tiza pastel aceitos y tinta acrílica).

Para acondicionar todo el storyboard hicimos una representación simplificada de la nave espacial (módulo que Bowman y su amigo usan para inspeccionar la antena supuestamente con problemas técnicos según HAL9000). Esta nave fue construida utilizando papel Kraft de alto gramaje y revestida con papeleo.

(trabalho elaborado por Bruno Arnolod Pesch e Janaína Rubio Gumiero sob supervisão do Prof. Marcos C.D. Neves na disciplina DIÁLOGOS INTERDISCIPLINARES ARTE-CIÊNCIA).
(trabajo elaborado por Bruno Arnolod Pesch y Janaína Rubio Gumiero bajo la supervisión del Prof. Marcos C.D. Neves en la disciplina DIÁLOGOS INTERDISCIPLINARES ARTE-CIENCIA).








terça-feira, 22 de maio de 2018

50 ANOS DA ORIGEM DE BLADE RUNNER ("Do Androids Dream of Electronic Beats?")


PRIMEIRO ENSAIO FOTOGRÁFICO COM A TURMA












50 ANOS DE "SOLARIS"


50 ANOS DE "2001, UMA ODISSEIA NO ESPAÇO" / 50th YEARS OF THE 2001, A SPACE ODYSSEY



50 ANOS DO "O PLANETA DOS MACACOS" / 50th YEARS OF "THE PLANET OF THE APES"



50 ANOS DA GRANDE FICÇÃO CIENTÍFICA: O PROGRAMA DE "DIALOGOS ARTE-CIÊNCIA" PARA 2018

2018 comemora os 50 anos de quatro grandes produções da Ficção Científica:
- Planeta dos Macacos
- 2001, uma Odisséia no Espaço
- Blade Runner
- Solaris
Durante o ano letivo faremos produções visuais e animadas destes quatro clássicos do cinema.



quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

O PORTAL

FINAL

Francesco seguiu impaciente para a biblioteca da casa, seguido por Bruno. Ficaram horas e horas procurando pistas que pudessem ajudar livros que pudessem dar informações. A noite caiu, quando o jovem ligou o lustre, um livro que estava no ultimo andar da estante emanou um forte reflexo, o jovem subiu em uma cadeira e alcançou o livro. Foleando as paginas, fitando tudo quase sem piscar.
- Achamos, Achamos! -Gritou o jovem.
- O que encontrou exatamente?
- Vamos por partes, o labirinto veio acompanhado de rascunhos que teoricamente foram produzidos por Rodin, quando criou a “Porta do inferno” e todas as suas possíveis variações, então, provavelmente deve ter alguma relação com a localização que o labirinto guarda. As cores, segundo a alquimia, variam entre cores diurnas, que são em sua essência positivas e as cores noturnas, que são frias e negativas, então, enxergo como se fosse um confronto, além disso, alguns pesquisadores antigos, atribuem a cor azul para representar Deus Pai, a cor vermelha para representar o Filho, e por fim, o amarelo representando toda a Santíssima Trindade. Também acredito, pela linha de raciocínio que venho tecendo, que essa esfera, guarda em seu interior, enxofre, que é uma das substancias químicas mais abundantes em vulcões, e também, considerada abundante no inferno.  Eu não sei exatamente onde isso vai dar, meu amigo, mas juntando a relutância do vaticano com essas informações que acredito estarem corretas, deve-se tratar de algo religioso, que a igreja católica não quer que seja encontrado. Mas para ter certeza, preciso decifrar essa escrita, você está exausto Bruno, descanse um pouco.
- Sua inteligência as vezes me espanta, vou me deitar mas pode me chamar a qualquer momento que precisar.
Ao continuar foleando o livro, o jovem historiador, encontrou uma página que não pertencia ao exemplar, solta. Provavelmente, Arthur a colocou ali prevendo que algo poderia lhe acontecer. Era um alfabeto primitivo, hebraico, que provavelmente, deu origem ao nosso alfabeto atual. Arthur transcreveu a frase do labirinto e chegou ao resultado
“ Nem tudo que é bom deve ser encarado, o que foi escondido e enterrado não deve ser encontrado, existe muito entre a luz e a sombra”.
A escrita deixou o jovem intrigado, ele pegou então uma vela, e foi girando o labirinto, até que viu refletir alguns números bastante pequenos “37°58′N 58°20′E” , correu então ao mapa, as coordenadas indicavam a capital de um pais localizado na Ásia Central, Francesco então, se lembrou que corriam boatos de que uma cratera de fogo se abriu no deserto e que muitos acreditavam ser a porta do inferno.
Ao amanhecer, o jovem providenciou o transporte e comunicou a seu amigo todas as descobertas feitas durante a madrugada. O bispo, surpreso com a agilidade do menino, se organizou para a viajem. Após mais de um mês, os dois chegaram ao deserto, Francesco havia convidado seu irmão, que estava estudando na Ásia para acompanhar a missão. Depois de sofridas caminhadas, os três finalmente chegaram até a cratera, ela era enorme, aproximadamente 70 m de diâmetro, vendo de tão perto, era impossível não acreditar que se tratava do próprio inferno. Perto da cratera havia alguns galhos secos e retorcidos, Francesco não compreendeu muito bem como eles foram parar ali, ou como resistiram a tanto tempo, uma vez que com a abertura da cratera, o terreno se tornou ainda mais complicado para a vegetação. Os três se sentaram nos galhos para descansar, no entanto, com o peso eles cederam, Bruno caiu de cotovelos, que doeram ao bater em algo extremamente rígido.
- Meninos, tem algo aqui além de areia.
Os jovens jogaram os restos de galhos para o lado e começaram a passar a mão, de modo a tentar afastar a areia. Para a surpresa de todos, era um alçapão. Como estava fechado a muito tempo, foi difícil e demorado para conseguir abri-lo. Quando finalmente conseguiram, o conteúdo era inacreditável. O alçapão guardava uma das portas de Rodin, uma que aparentemente nunca havia sido vista, era toda de mármore, linda, forte, imponente.  Junto com ela havia um envelope, ao abrir, mais surpresa ainda, um decimo nível do inferno de Dante, a qual a porta se referia. O perdão.
- É obvio, mesmo se tratando apenas de uma obra de arte e literal, isso poderia instigar uma serie de questionamentos e até revoltas da prole. A igreja perderia toda a renda vinda das indulgencias e seria ainda mais questionada por todos os métodos utilizados no decorrer do século, principalmente na idade média. Além disso, as pessoas iam achar que não precisariam mais do intermédio da igreja para atingir o divino.
- Faz bastante sentido Dom Bruno, mas o que faremos agora? Obviamente o Vaticano não tem interesse em expor esta descoberta.
- Eu sei Francensco, tenho amigos na Galeria Uffizi, é um dos museus mais antigos da Europa, eles tem poder o suficiente e provavelmente interesse, para não se importar com a crise que pode causar. Com toda certeza vão arrumar uma forma de buscar a porta e os envelopes, enquanto isso ficaremos na cidade.

Um ano e meio depois, finalmente, a porta foi resgatada e exposta no museu. A igreja fez o que podia para evitar a exposição pública das obras, mas de nada adiantou. Depois disso realmente, as ofertas de dizimo diminuíram e o Vaticano perdeu grande numero de fieis, Dom Bruno se aposentou, afastando-se das pessoas que queriam lhe fazer mal, ele e Francesco foram contratados pelo museu e seguem suas pesquisas a fim de concluir novas descobertas.



Acadêmicas: Ana Ribeiro e Natália Tiemi

O PORTAL

Pt.4
Processos:












 Acadêmicas: Ana Ribeiro e Natália Tiemi



O PORTAL

Pt.3
Com medo do que poderia acontecer, o bispo fez um fundo falso, no forro de sua mala de mão, de modo que comportasse o labirinto, no entanto, a preocupação e a desconfiança permaneceram, durante toda a viajem tanto Bruno, quanto Francesco seguiram em silêncio, quase imóveis.
 Depois de três horas, que pareceram mais uma eternidade, os dois finalmente chegaram a Verona, desembarcando na estação, Bruno pediu um carro e seguiu, juntamente com Francesco, em direção a casa em que Arthur costumava a ficar. Quando bateu na porta ela rapidamente foi aberta por uma das empregadas, que com a cara pálida e assustada, disse:
- Graças a Deus que vocês chegaram como sabem do que está acontecendo? Bom, isso não importa, os boatos correm cada dia mais rápido. Subam, Subam... Eu não sei mais o que fazer, talvez consigam ajudar ou entender como tudo aconteceu.
Os dois, sem entender absolutamente nada, seguiram correndo escada a cima. Antes mesmo de chegar ao quarto, ouviam-se os gritos de Arthur. Quando puderam observar, o cardeal estava de pé, em cima do colchão, aos berros.
- É IMPOSSIVEL, IMPOSSIVEL, AQUELE VATICANO É O VERDADEIRO INFERNO, UM BANDO DE COBRA AMARRADA, UMA COMENDO O RABO DA OUTRA! E VOCÊS? O QUE ESTÃO FAZENDO AQUI? EU SOU SEU REI, SE AJOELHE A MIM!
Chocados com o que haviam acabado de presenciar, Bruno e Francesco saíram do quarto em direção à sala, sentaram no sofá, ambos sem expressão, estavam tentando compreender o que acabará de acontecer.
- Eu não entendo Francesco, tudo parecia normal, na carta que ele me mandou.
O jovem estendeu a mão, pedindo a carta. Após observa-la por um tempo, disse:
- De fato, parece ter sido escrita por Arthur, quando ainda tinha muita consciência. No entanto, provavelmente ela ficou nas mãos de entregadores preguiçosos, foi escrita e provavelmente enviada dia 20, hoje já é dia 25.
- Tudo bem meu amigo, mas ainda assim, é pouco tempo para que um amigo fique tão doente, mesmo com a idade avançada.
-Não me leve a mal senhor, mas não passou pela minha cabeça que se trata de alguma doença. Durante os meus estudos, inclusive os que faço para auxiliar suas pesquisas, soube de muitos casos de envenenamento, que despertam sintomas parecidos com os de Arthur. Matam aos poucos, mas antes, destroem.
- O que? Quem iria querer se livrar dele? A casa tem vários empregados, que sempre comeram a mesma comida que Arthur, envenenamento é improvável.
-Mas não impossível
Francesco chamou uma à empregada que recebeu a eles dois
- Com licença, sem querer atrapalhar, mas desde quando Arthur está assim? Você percebeu algo estranho durante este período? Algo que pudesse explicar o que vem acontecendo?
- Meu senhor, nada de interessante, muito menos de estranho acontece aqui, acredito que tudo isso seja resultado da idade avançada, é normal, varias pessoas que conheço estão caducas. Arthur começou a ficar assim faz uns três dias, é, foi isso mesmo! Lembro-me bem, porque foi na noite em que recebeu a visita de um moço do Vaticano.
- Moço do Vaticano?
- Sim, ele estava na cidade de passagem para acompanhar a ordenação dos novos padres, então, veio visitar o amigo, até trouxe presente!
- Que presente?
- O que mais poderia ser? Uma bíblia, é obvio, não temos mais nem onde guardar. É sempre a mesma coisa
E saiu resmungando pelos corredores, em direção a cozinha, ao mesmo tempo que Francesco correu escadaria a cima, Bruno o seguiu tão rápido quanto podia. Chegando ao quarto de Arthur, em meio aos berros, o jovem pegou com um lenço a bíblia, tirou de sua maleta um frasco e jogou um liquido transparente sobre as paginas, rapidamente, uma fumaça foi emanada, fazendo os olhos arderem.
- Arsênico! Eu sabia! Tão previsível....
- Mas quem faria isso?
- Não sabemos quem, mas veio do Vaticano, provavelmente seja por conta dos segredos deste labirinto e dos rascunhos que o acompanham.
- Mas e agora meu jovem amigo? Como faremos para desvendar isso tudo? Creio que não temos conhecimentos suficientes para isso, e agora, diante a tudo que aconteceu pedir ajuda a mais alguém está fora de cogitação.
- Fique tranquilo, seu amigo provavelmente esperava por isso, o efeito do veneno deve passar nos próximos dias, no entanto, não podemos esperar.

Acadêmicas: Ana C. Ribeiro Teixeira e Natália Tiemi 

O PORTAL

Pt.2
Intrigado com o mistério que cercava o labirinto, Dom Bruno ficou dias sem dormir, fitando e analisando o que havia recebido. Durante a madrugada, enquanto procurava em livros aleatórios de arte e alquimia, algo que pudesse ajudar a resolver aquele mistério, Bruno percebe uma carta que fora jogada por baixo da porta e se encaixou em um dos vãos do piso de madeira, provavelmente quando ele havia saído para comprar café. Rapidamente, Bruno pegou a carta, identificando o selo de seu amigo cardeal, Arthur.


Veneza, 20 de janeiro de 1987.

Meu querido e velho amigo,
Espero que tenha recebido o meu presente. Desculpe pelo peso, carregar tudo sozinho pode ser perigoso, então, seria prudente pedir ajuda para transporta-lo, afinal, duas cabeças pensam melhor do que uma. Enquanto um descansa, o outro trabalha. Não quero que acabe se machucando, com a nossa idade, devemos saber nossas limitações. Veneza continua linda, por que não vem me fazer uma visita? Ficarei aqui por mais dez dias, o Vaticano não nos permite férias longas, você sabe bem disso, não é mesmo? Acredito que será de grande serventia para as suas pesquisas.


O bispo percebeu que as palavras de seu amigo tinham sentido ambíguo, sabia que era perigoso ser guardião deste labirinto, então, provavelmente sabe o que aqueles símbolos sem sentido revelam.
Dom Bruno calçou seus sapatos e saiu em direção à casa de um de seus ajudantes nas pesquisas. Francesco era um historiador de apenas 25 anos, no entanto, suas reflexões e descobertas sempre contribuíram muito. Chegando lá, o bispo relatou o que havia acontecido e mostrou a carta que tinha recebido há pouco. O jovem, ainda mais curioso do que Bruno, disse que o acompanharia nesta jornada.
Os dois arrumaram as malas ainda na calada da noite e ao amanhecer, compraram as passagens de trem, de Verona em direção a Veneza, encontrar Arthur.

O que será que esta viagem promete?

Acadêmicas: Ana C. Ribeiro Teixeira e Natália Tiemi