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domingo, 22 de setembro de 2013

O INTRATERRENO

Após a minha postagem com desenhos anamórficos, que intitulei de “Anamorfose um novo olhar”, produzido na disciplina de Arte e Ciência, postarei nessa nova etapa fotos de um desenho em 3D. Para esse trabalho, nos foi proposto que observássemos, através da internet, o processo criativo do artista Nagai Hideyuki que representa incrivelmente a tridimensionalidade em seus desenhos.




Desenho 3D: papel com gramatura 150 e grafites HB/4B/6B                                           
                                       










Este documentário do History.com, teoriza que existem vários lugares subterrâneos. Alguns pesquisadores acreditam que, no passado esses lugares que parecem cavernas, podem ter sido esconderijos de seres intraterrenos, como a cidade subterrânea na Turquia.   



Realizado por FLÁVIA GURNISKI

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Distorções - Visibilidade e legibilidade do sexo feminino

   Por séculos o prazer feminino foi um embate para o conhecimento científico, a mulher adquiriu uma função sexual que se reduzia, até pouco tempo, à reprodução e ao dar prazer (não recebe-lo). Enquanto o clitóris era ignorado, bem como sua função única de, se estimulado, gerar prazer. Esta historicidade corrobora com a teoria de Freud de que a menina tem inveja do pênis, como é citado no documentário Clitóris, prazer proibido (2003) - a baixo - pela urologista Helen O’Connell, que discorda, justificando que o pênis e a vagina têm a mesma formação anatômica, porém, a vagina teve menos visualidade e legibilidade no campo dos estudos e do diálogo comum, ficando, muitas vezes, negligenciada. Desta forma, dá-se a importância da visualidade do órgão genital feminino, e a quebra deste paradigma estabelecido, que nos nega a compreensão de que ambos os sexos partem do mesma base anatômica no processo de formação.

    Seguindo este princípio, a experimentação do desenho anamórfico possibilitou uma produção que desse visualidade à vagina, distorcendo suas formas e buscando uma analogia com a distorção de suas funções ao longo dos séculos, bem como a herança desta pratica na atualidade. Visto, ainda, que o termo anamorfose tem origem grega, significando uma reformação, algo sem forma definida ou deformado. Este conceito pode-se aplicar tanto na pratica quanto na teoria em diversos campos.
      Quando o desenho é colocado diante do espelho convexo é possível ver a sua forma natural, que não mais àquela distorcida por conceitos ou crenças, uma vez que tal negligência também sofre grande influência religiosa. Desta forma, trago outra referência para a produção, que se trata da música Clitóris (1991), do grupo Titãs - a baixo - a musica cita a genitália feminina estabelecendo uma relação de sagrado e profano, incitando as ideias formadas sobre este assunto ao longo do tempo, que tornou-o um tabu, e critica a repressão sexual que as mulheres sofreram, e ainda sofrem.
  Este trabalho trata-se de um ensaio preliminar, um esboço para a próxima proposta de produção, que deverá seguir esta mesma linha de raciocínio, e buscar esclarecer as ideias entre sexualidade e anamorfose no plano de três dimensões.


REFERÊNCIAS:


Documentário – Clitóris, prazer proibido (2003) 



Titãs – Clitóris (1991)

1º Desenho 3D a lápis nº2B em folha de impressão branca.



2º Desenho 3D a lápis nº2B em folha de impressão branca.


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

MONSTRINHO DO LAGO NESS ANAMÓRFICO


Realizado por MARCOS CESAR DANHONI NEVES

GARRAFA ANAMÓRFICA


trabalho realizado pelos alunos do grupo PET-FISICA - UEM.

A VASSOURA ANAMÓRFICA


trabalho realizado por  MARCELA ACOSTA ROJAS

Nas aulas de Arte e Ciência desse Semestre  estamos estudando vários tipos de perceptiva, anamorfose e criação de desenho em 3D. Para esse trabalho nos baseamos no artista Nagai Hideyuki que é considerado um mestre quando se trata de ilusão. Ele trabalha o tridimensional nos desenhos,  a impressão que temos é que o desenho está saindo do papel, ou que o artista trabalha com efeitos especiais,  porém o que ele usa são técnicas de perceptiva.
Levando as técnicas de perspectiva ao extremo, Hideyuki cria obras tridimensionais que parecem ganhar vida para fora do papel - See more at: http://memove.com.br/index.php/o-desenho-em-3d-do-artista-nagai-hideyuki/#sthash.WpG5Gvj6.dpu
Levando as técnicas de perspectiva ao extremo, Hideyuki cria obras tridimensionais que parecem ganhar vida para fora do papel - See more at: http://memove.com.br/index.php/o-desenho-em-3d-do-artista-nagai-hideyuki/#sthash.WpG5Gvj6.d

Imagem retirada do Site 



A partir disso trabalhamos com algumas dessas técnicas.  


Levando as técnicas de perspectiva ao extremo, Hideyuki cria obras tridimensionais que parecem ganhar vida para fora do papel - See more at: http://memove.com.br/index.php/o-desenho-em-3d-do-artista-nagai-hideyuki/#sthash.WpG5Gvj6.dpuf
 Desenho anamórfico refletido em espelho cilíndrico


Formas incompletas diante do espelho de superfície côncavo-convexa, criando uma imagem refletida com formas completas


 Desenho 3D

 Deformação óptica. Câmera digital. 


 Desenho 3D recorte.

  Deformação óptica. Câmera digital. 



                                                                    
 Hilca Stela



Estudos Anamórficos

Neste segundo semestre do ano de 2013, a Turma de 2011 do curso de Licenciatura em Artes Visuais, na disciplina de "Diálogos Interdisciplinares: Arte e Ciência II" praticou estudos de anamorfose (etimologicamente: ana [de novo] e morfe [forma]), onde foram criadas imagens "amorfas". Dois dos diferentes tipos de anamorfoses que foram experimentadas neste curso são:

-Anamorfose de perspectiva oblíqua

-Anamorfose reflexiva cilíndrica


*Clique nos links para ser redirecionado para as postagens.

domingo, 15 de setembro de 2013

Anamorfosis / Imagens 3D

Estas imagens foram realizadas para a disciplina Arte e Ciência, após explorar diferentes tipos de perspectiva como a Cilíndrica, Cônica, Oblíqua, começamos a realizar imagens em 3D inspirados no trabalho do artista NAGAI HIDEYUKI  e estes foram os resultados. Marcela Acosta R.

ESCOBA PERFIL SELECCIONADO

ESCOBA FRENTE

CADEIRA PERFIL SELECCIONADO

CADEIRA FRENTE

Anamorfose: Primeiros Estudos.

A disciplina de Diálogos Interdisciplinares entre Arte e Ciência  nesse semestre aborda representações anamórifcas ou perspectiva divertida. Primeiramente esses estudos foram feitos com uma coluna espelhada e depois com um espelho de superfície côncavo-convexa. 
 








Anamorfose um novo olhar

Durante as aulas da disciplina Diálogos Interdisciplinares entre Arte e Ciência, nos foi proposto o trabalho com representações anamórficas a partir de desenhos.
Anamorfose é um efeito dado a uma imagem, com a intenção de forçar o observador a se posicionar sob um determinado ponto de vista para que a imagem possa recuperar a forma correta de sua perspectiva. 

                                                                                 Flávia Gurniski



 Anamorfose usando um espelho cilíndrico



                                               Anamorfose usando um espelho cilíndrico


                                             Anamorfose usando um espelho cilíndrico




A seguir o desenho diante de um espelho de superfície côncavo-convexa: 




Anamorfose

A perspectiva anamórfica consiste na imagem deformada de um objeto, dada por um espelho curvo ou por um sistema óptico não esférico, a arte provocamos o efeito de óptico de deformar aquilo que, visto sob certo ângulo, retoma seu aspecto verdadeiro.

As seguintes anamorfoses foram produzidas no decorrer da disciplina de Arte e Ciência II, da  concepção matemática para a criação das anamorfoses em objetos cilíndricos a criação 3D inspirado no artista Nagai Hideyuki 




uma tentativa de anamorfose em 3D, inspirado no artista Nagai Hideyuki 





Desestabilizando o olhar

Durante a disciplina Diálogos Interdisciplinares entre Arte e Ciência, trabalhamos com a produção de representações anamórficas, explorando a técnica da também chamada “perspectiva divertida”, que se baseia nas variações e deformações ocasionadas por efeitos ópticos, possibilitando jogos perceptuais que criam formas diferentes de um mesmo objeto dado.
Durante as aulas, produzimos vários desenhos anamorfizados. Começamos com formas simples, como o desenho de uma casa. Em seguida, passamos para o desenho de uma coluna, e, assimilando a técnica, passamos para formas mais complexas, como por exemplo desenho de observação anamorfizado de auto-retrato.

Chegamos a desenhar também formas incompletas para dispor diante do espelho de superfície côncavo-convexa, criando na imagem refletida formas completas. 


Nesta imagem, o desenho de metade de uma cabeça de cavalo é colocado diante da superfície espelhada para tornar visível o resultado. Posicionando o desenho de ângulos diferentes, obtêm-se imagens muito diferentes, trazendo distorções mais ou menos acentuadas da visualidade.

Os exercícios com técnicas de representação anamórfica constituem um processo não só de reprodução visual, mas de aprendizado sobre os meandros da apreensão de visualidades pelo cérebro humano.






 

Anamorfoses

As seguintes anamorfoses foram produzidas durante as aulas de Arte e Ciência. A primeira é um retrato de Hitler ( o que não significa que eu goste dele ou concorde com sua ideologia); o segundo é uma coluna grega estilizada e o terceiro é uma cópia de um livro específico de anamorfose, com o intuito de treinar essa prática.




 Rosiane Cristina de Souza

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Da distorção a perfeição - Anamorfose

A anamorfose pode ser utilizado em várias áreas, mas neste caso, é usado como um efeito de perspectiva que faz o espectador sair de seu lugar, para achar um ponto de vista que consiga captar a imagem de forma clara, pois numa anamorfose, as imagens aparecem com distorções, fusões, entre outros.
           
As atividades de anamorfose foram desenvolvidas no decorrer das aulas de Arte e Ciência II, no 3° ano do curso de graduação de Artes Visuais da Universidade Estadual de Maringá. Fizemos desenhos com distorção, e, por meio de uma chapa de metal cilíndrica, pudemos ver a imagem refletida perfeitamente e não mais distorcida.

Tivemos que aprender a fazer nas proporções corretas antes de fazer a mão livre. Alguns desenhos aqui, foram cópias de exemplos dado pelo professor, outros de cabeça e alguns foram testes. Foi um exercício um tanto complicado, mas muito divertido o resultado que obtivemos com os trabalhos desenvolvidos.





Grafite sobre papel almaço

domingo, 18 de agosto de 2013

ANAMORFOSIS

criar uma ilusão de ótica que engana o olho?

Anamorphosis é uma deformação reversível de uma imagem produzida por um método óptico (tal como o uso de um espelho curvo), ou através de um procedimento matemático.
É bastante complexo, mas os resultados são surpreendentes, é usado para forçando o espectador a olhar para a imagem de um certo ponto de vista, o de não, não vai conseguir vê-lo claramente, para este tipo de trabalho deve ser ter conhecimento de perspectiva, primeiro desenhe uma escala em grade original para determinar os conceitos básicos de design e depois passou para uma projeção cartográfica oblíqua, aqui o que você tem é uma visão distorcida, que, em seguida, introduz um cilindro, onde a imagem é refletida em três dimensões.

Holbein e sua obra "Os Embaixadores" mostra a anamorfose de um crânio endireita quando chega perto, para cima, para o lado esquerdo da caixa, ou a representação na pintura, Bernhard Riemann espaço curvo, o artista, a pintura realidade não está olhando diretamente, mas não tão guiados apenas pelo que se reflete em um espelho curvo, o rosto de criança feito por Leonardo da Vinci por volta de 1485 é um exemplo simples, mas de grande interesse para serem os primeiros exemplos conhecidos deste técnica. Nas últimas obras conhecidas do século de artistas que decidiram explorar mais esta formação técnica e colocá-lo ao público para sua abordagem e entretenimento, é o caso do Inglês artista Julian Beever pintura de rua com giz colorido, fazendo o seu trabalho de uma arte efémera no desenho, mas mantendo-a através fotografia, tornando as pessoas a ser colocados no desenho a partir de um determinado ponto para completar a ilusão, como ele, pode ser visto nesta mesma técnica Kurt Wenner trabalho, Joseph Egam, Isivan Orostz, entre outros.

Marcela Acosta R.
Imagen trabalho no aula por Marcela Acosta

terça-feira, 6 de agosto de 2013