Este es un sitio web para producir creaciones visuales en el contexto de un diálogo permanente entre arte y ciencia. [This is a website to produce visual creations in the context of a permanent dialogue between art and science] VISUAL ARTS - STATE UNIVERSITY OF MARINGÁ, PR.
quarta-feira, 30 de maio de 2018
quinta-feira, 24 de maio de 2018
quarta-feira, 23 de maio de 2018
terça-feira, 22 de maio de 2018
50 ANOS DA GRANDE FICÇÃO CIENTÍFICA: O PROGRAMA DE "DIALOGOS ARTE-CIÊNCIA" PARA 2018
2018 comemora os 50 anos de quatro grandes produções da Ficção Científica:
- Planeta dos Macacos
- 2001, uma Odisséia no Espaço
- Blade Runner
- Solaris
Durante o ano letivo faremos produções visuais e animadas destes quatro clássicos do cinema.
- Planeta dos Macacos
- 2001, uma Odisséia no Espaço
- Blade Runner
- Solaris
Durante o ano letivo faremos produções visuais e animadas destes quatro clássicos do cinema.
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
O PORTAL
FINAL
Francesco seguiu impaciente
para a biblioteca da casa, seguido por Bruno. Ficaram horas e horas procurando
pistas que pudessem ajudar livros que pudessem dar informações. A noite caiu, quando
o jovem ligou o lustre, um livro que estava no ultimo andar da estante emanou
um forte reflexo, o jovem subiu em uma cadeira e alcançou o livro. Foleando as
paginas, fitando tudo quase sem piscar.
- Achamos, Achamos! -Gritou
o jovem.
- O que encontrou
exatamente?
- Vamos por partes, o
labirinto veio acompanhado de rascunhos que teoricamente foram produzidos por
Rodin, quando criou a “Porta do inferno” e todas as suas possíveis variações,
então, provavelmente deve ter alguma relação com a localização que o labirinto
guarda. As cores, segundo a alquimia, variam entre cores diurnas, que são em
sua essência positivas e as cores noturnas, que são frias e negativas, então,
enxergo como se fosse um confronto, além disso, alguns pesquisadores antigos,
atribuem a cor azul para representar Deus Pai, a cor vermelha para representar
o Filho, e por fim, o amarelo representando toda a Santíssima Trindade. Também
acredito, pela linha de raciocínio que venho tecendo, que essa esfera, guarda
em seu interior, enxofre, que é uma das substancias químicas mais abundantes em
vulcões, e também, considerada abundante no inferno. Eu não sei exatamente onde isso vai dar, meu
amigo, mas juntando a relutância do vaticano com essas informações que acredito
estarem corretas, deve-se tratar de algo religioso, que a igreja católica não
quer que seja encontrado. Mas para ter certeza, preciso decifrar essa escrita,
você está exausto Bruno, descanse um pouco.
- Sua inteligência as vezes
me espanta, vou me deitar mas pode me chamar a qualquer momento que precisar.
Ao continuar foleando o
livro, o jovem historiador, encontrou uma página que não pertencia ao exemplar,
solta. Provavelmente, Arthur a colocou ali prevendo que algo poderia lhe
acontecer. Era um alfabeto primitivo, hebraico, que provavelmente, deu origem
ao nosso alfabeto atual. Arthur transcreveu a frase do labirinto e chegou ao
resultado
“ Nem tudo que é bom deve
ser encarado, o que foi escondido e enterrado não deve ser encontrado, existe
muito entre a luz e a sombra”.
A escrita deixou o jovem
intrigado, ele pegou então uma vela, e foi girando o labirinto, até que viu
refletir alguns números bastante pequenos “37°58′N 58°20′E” , correu então ao mapa, as
coordenadas indicavam a capital de um pais localizado na Ásia Central,
Francesco então, se lembrou que corriam boatos de que uma cratera de fogo se
abriu no deserto e que muitos acreditavam ser a porta do inferno.
Ao amanhecer, o jovem providenciou o transporte e
comunicou a seu amigo todas as descobertas feitas durante a madrugada. O bispo,
surpreso com a agilidade do menino, se organizou para a viajem. Após mais de um
mês, os dois chegaram ao deserto, Francesco havia convidado seu irmão, que
estava estudando na Ásia para acompanhar a missão. Depois de sofridas
caminhadas, os três finalmente chegaram até a cratera, ela era enorme,
aproximadamente 70 m de diâmetro, vendo de tão perto, era impossível não
acreditar que se tratava do próprio inferno. Perto da cratera havia alguns
galhos secos e retorcidos, Francesco não compreendeu muito bem como eles foram
parar ali, ou como resistiram a tanto tempo, uma vez que com a abertura da
cratera, o terreno se tornou ainda mais complicado para a vegetação. Os três se
sentaram nos galhos para descansar, no entanto, com o peso eles cederam, Bruno
caiu de cotovelos, que doeram ao bater em algo extremamente rígido.
- Meninos, tem algo aqui além de areia.
Os jovens jogaram os restos de galhos para o lado e
começaram a passar a mão, de modo a tentar afastar a areia. Para a surpresa de
todos, era um alçapão. Como estava fechado a muito tempo, foi difícil e
demorado para conseguir abri-lo. Quando finalmente conseguiram, o conteúdo era
inacreditável. O alçapão guardava uma das portas de Rodin, uma que
aparentemente nunca havia sido vista, era toda de mármore, linda, forte,
imponente. Junto com ela havia um
envelope, ao abrir, mais surpresa ainda, um decimo nível do inferno de Dante, a
qual a porta se referia. O perdão.
- É obvio, mesmo se tratando apenas de uma obra de
arte e literal, isso poderia instigar uma serie de questionamentos e até
revoltas da prole. A igreja perderia toda a renda vinda das indulgencias e
seria ainda mais questionada por todos os métodos utilizados no decorrer do
século, principalmente na idade média. Além disso, as pessoas iam achar que não
precisariam mais do intermédio da igreja para atingir o divino.
- Faz bastante sentido Dom Bruno, mas o que faremos
agora? Obviamente o Vaticano não tem interesse em expor esta descoberta.
- Eu sei Francensco, tenho amigos na Galeria Uffizi, é um dos museus mais antigos da
Europa, eles tem poder o suficiente e provavelmente interesse, para não se importar
com a crise que pode causar. Com toda certeza vão arrumar uma forma de buscar a
porta e os envelopes, enquanto isso ficaremos na cidade.
Um
ano e meio depois, finalmente, a porta foi resgatada e exposta no museu. A
igreja fez o que podia para evitar a exposição pública das obras, mas de nada
adiantou. Depois disso realmente, as ofertas de dizimo diminuíram e o Vaticano
perdeu grande numero de fieis, Dom Bruno se aposentou, afastando-se das pessoas
que queriam lhe fazer mal, ele e Francesco foram contratados pelo museu e
seguem suas pesquisas a fim de concluir novas descobertas.
Acadêmicas: Ana Ribeiro e Natália Tiemi
O PORTAL
Pt.3
Com medo do que poderia
acontecer, o bispo fez um fundo falso, no forro de sua mala de mão, de modo que
comportasse o labirinto, no entanto, a preocupação e a desconfiança
permaneceram, durante toda a viajem tanto Bruno, quanto Francesco seguiram em
silêncio, quase imóveis.
Depois de três horas, que pareceram mais uma
eternidade, os dois finalmente chegaram a Verona, desembarcando na estação,
Bruno pediu um carro e seguiu, juntamente com Francesco, em direção a casa em
que Arthur costumava a ficar. Quando bateu na porta ela rapidamente foi aberta
por uma das empregadas, que com a cara pálida e assustada, disse:
- Graças a Deus que vocês
chegaram como sabem do que está acontecendo? Bom, isso não importa, os boatos
correm cada dia mais rápido. Subam, Subam... Eu não sei mais o que fazer,
talvez consigam ajudar ou entender como tudo aconteceu.
Os dois, sem entender
absolutamente nada, seguiram correndo escada a cima. Antes mesmo de chegar ao
quarto, ouviam-se os gritos de Arthur. Quando puderam observar, o cardeal
estava de pé, em cima do colchão, aos berros.
- É IMPOSSIVEL, IMPOSSIVEL,
AQUELE VATICANO É O VERDADEIRO INFERNO, UM BANDO DE COBRA AMARRADA, UMA COMENDO
O RABO DA OUTRA! E VOCÊS? O QUE ESTÃO FAZENDO AQUI? EU SOU SEU REI, SE AJOELHE
A MIM!
Chocados com o que haviam
acabado de presenciar, Bruno e Francesco saíram do quarto em direção à sala,
sentaram no sofá, ambos sem expressão, estavam tentando compreender o que
acabará de acontecer.
- Eu não entendo Francesco,
tudo parecia normal, na carta que ele me mandou.
O jovem estendeu a mão,
pedindo a carta. Após observa-la por um tempo, disse:
- De fato, parece ter sido
escrita por Arthur, quando ainda tinha muita consciência. No entanto,
provavelmente ela ficou nas mãos de entregadores preguiçosos, foi escrita e
provavelmente enviada dia 20, hoje já é dia 25.
- Tudo bem meu amigo, mas
ainda assim, é pouco tempo para que um amigo fique tão doente, mesmo com a
idade avançada.
-Não me leve a mal senhor,
mas não passou pela minha cabeça que se trata de alguma doença. Durante os meus
estudos, inclusive os que faço para auxiliar suas pesquisas, soube de muitos
casos de envenenamento, que despertam sintomas parecidos com os de Arthur.
Matam aos poucos, mas antes, destroem.
- O que? Quem iria querer se
livrar dele? A casa tem vários empregados, que sempre comeram a mesma comida
que Arthur, envenenamento é improvável.
-Mas não impossível
Francesco chamou uma à
empregada que recebeu a eles dois
- Com licença, sem querer
atrapalhar, mas desde quando Arthur está assim? Você percebeu algo estranho
durante este período? Algo que pudesse explicar o que vem acontecendo?
- Meu senhor, nada de
interessante, muito menos de estranho acontece aqui, acredito que tudo isso
seja resultado da idade avançada, é normal, varias pessoas que conheço estão
caducas. Arthur começou a ficar assim faz uns três dias, é, foi isso mesmo!
Lembro-me bem, porque foi na noite em que recebeu a visita de um moço do
Vaticano.
- Moço do Vaticano?
- Sim, ele estava na cidade
de passagem para acompanhar a ordenação dos novos padres, então, veio visitar o
amigo, até trouxe presente!
- Que presente?
- O que mais poderia ser?
Uma bíblia, é obvio, não temos mais nem onde guardar. É sempre a mesma coisa
E saiu resmungando pelos corredores,
em direção a cozinha, ao mesmo tempo que Francesco correu escadaria a cima,
Bruno o seguiu tão rápido quanto podia. Chegando ao quarto de Arthur, em meio
aos berros, o jovem pegou com um lenço a bíblia, tirou de sua maleta um frasco
e jogou um liquido transparente sobre as paginas, rapidamente, uma fumaça foi
emanada, fazendo os olhos arderem.
- Arsênico! Eu sabia! Tão
previsível....
- Mas quem faria isso?
- Não sabemos quem, mas veio
do Vaticano, provavelmente seja por conta dos segredos deste labirinto e dos
rascunhos que o acompanham.
- Mas e agora meu jovem
amigo? Como faremos para desvendar isso tudo? Creio que não temos conhecimentos
suficientes para isso, e agora, diante a tudo que aconteceu pedir ajuda a mais
alguém está fora de cogitação.
- Fique tranquilo, seu amigo
provavelmente esperava por isso, o efeito do veneno deve passar nos próximos
dias, no entanto, não podemos esperar.
Acadêmicas: Ana C. Ribeiro Teixeira e Natália Tiemi
O PORTAL
Pt.2
Intrigado com o mistério que
cercava o labirinto, Dom Bruno ficou dias sem dormir, fitando e analisando o
que havia recebido. Durante a madrugada, enquanto procurava em livros
aleatórios de arte e alquimia, algo que pudesse ajudar a resolver aquele mistério,
Bruno percebe uma carta que fora jogada por baixo da porta e se encaixou em um
dos vãos do piso de madeira, provavelmente quando ele havia saído para comprar
café. Rapidamente, Bruno pegou a carta, identificando o selo de seu amigo
cardeal, Arthur.
Veneza, 20 de janeiro de
1987.
Meu querido e velho amigo,
Espero que tenha recebido o
meu presente. Desculpe pelo peso, carregar tudo sozinho pode ser perigoso,
então, seria prudente pedir ajuda para transporta-lo, afinal, duas cabeças
pensam melhor do que uma. Enquanto um descansa, o outro trabalha. Não quero que
acabe se machucando, com a nossa idade, devemos saber nossas limitações. Veneza
continua linda, por que não vem me fazer uma visita? Ficarei aqui por mais dez
dias, o Vaticano não nos permite férias longas, você sabe bem disso, não é
mesmo? Acredito que será de grande serventia para as suas pesquisas.
O bispo percebeu que as
palavras de seu amigo tinham sentido ambíguo, sabia que era perigoso ser
guardião deste labirinto, então, provavelmente sabe o que aqueles símbolos sem
sentido revelam.
Dom Bruno calçou seus
sapatos e saiu em direção à casa de um de seus ajudantes nas pesquisas.
Francesco era um historiador de apenas 25 anos, no entanto, suas reflexões e
descobertas sempre contribuíram muito. Chegando lá, o bispo relatou o que havia
acontecido e mostrou a carta que tinha recebido há pouco. O jovem, ainda mais
curioso do que Bruno, disse que o acompanharia nesta jornada.
Os dois arrumaram as malas
ainda na calada da noite e ao amanhecer, compraram as passagens de trem, de
Verona em direção a Veneza, encontrar Arthur.
O que será que esta viagem
promete?
Acadêmicas: Ana C. Ribeiro Teixeira e Natália Tiemi
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
B.U.R.GS
Capítulo V

A escultura em sua
totalidade é composta por 6 peças, 5 disposta em meia lua e 1 (cristo) se
encontra no centro. Elas descobriram que nas figuras dos guerreiros em meia lua
havia gravado microscopicamente em seus chapéus as seguintes letras: B U R G S
respectivamente em ordem da direita para a esquerda. Na figura central, onde
foi encontrado o mapa, elas identificaram o símbolo que representa o masculino,
um triângulo.
Depois de um longo período de tempo consultando livros,
documentos da igreja, Sol, Joana e Rômulo percebem que as letras gravadas nos
guerreiros não aparecem no nome do escultor que os criaram, sendo assim, eles
suspeitam que é possível que a obra fosse esculpida por esse BURGS. Ao se
voltar para documentos históricos do artista Aleijadinho, Joana descobre que
ele fez um número surpreendente de obras durante sua vida, um número quase que
impossível, e depois de fazer uma análise estéticas das esculturas do
aleijadinho com A Flagelação ela realmente conclui que tal obra muito
provavelmente não é a de Aleijadinho.
Ao verificar documentos da época colonial, Sol e Joana
descobrem um registro do navio de Visconde de Nassau, que veio pra o Brasil por
volta de 1637, no qual havia os nomes dos tripulantes, entre eles além do
artista Eckhout, veio também um um jovem de 18 anos chamado Rutger Van Buregis.
Buregis, mesmo sendo holandês, durante sua estadia no Brasil
voltou-se para a função da classe carmelita, além da jesuítica. Mesmo que a
primeira estivesse mais voltada para as freiras, Buregis também agia no meio,
porém com objetivos distintos: ele trazia crianças e adolescentes órfãos da
Europa e os submetiam à ação de uma seita, com um número consideravelmente
grande de padres atuantes, que acreditavam e pregavam alcançar a salvação
divina por meio do estupro de seres espontâneos e inocentes: as crianças,
reforçada desde as primeiras iniciativas de colonização e invasão dos
territórios das Américas.
Tais crianças
frequentemente eram fruto de relações entre padres europeus e fiéis por
estupros ocorridos nas cidades, bem como relações extraconjugais. Deixadas às
ruas ou em conventos, algumas eram assassinadas, outras morriam por desnutrição
e doenças diversas, e dentre as que sobreviviam algumas eram recolhidas para
serem levadas para as colônias.
O uso do corpo como
intermédio do divino e humano é presente em diversas crenças, mas o cunho
sexual é entendido como tabu na religião cristã sob um plano geral, uma vez que
o sexo existe para procriação. No entanto, a linha é difusa quando se tratam de
situações não-oficiais, e quaisquer iniciativas de aliciação e abuso, se
ocorrem, ficam debaixo dos panos. Ao final do século XV e início do século XVI,
com a perda do controle da população ocasionado pelos movimentos de reformas
religiosas que ascendem em voz e força (culminando na reforma de Lutero) e os
desdobramentos renascentistas, um grupo dentro do clero preocupa-se com as
formas de persuasão possíveis para recuperar o poder que se dissolve.
Considerando o momento frágil, ao invés de manter as práticas ritualísticas que
funcionariam bem dentro dos séculos da Idade Média, decidem por experimentar a
validade de tais práticas em suas colônias quando chegam as informações da
descoberta de um novo continente.
No Brasil, já bem
estruturada e dominante, em 1658 foi realizado um documento com toda a corte
jesuítica, instituindo a prática pedofílica e o uso do estupro como componente
essencial para o alcance da santidade e salvação divina através das relações
sexuais. Tal celebração foi realizada na missão jesuítica que ficava à margem
do Rio Tibagi, no atual estado do Paraná.
Este grupo, sendo descoberto pelos católicos portugueses
presentes em terras brasileiras, foi perseguido e caçado, porém nunca
exterminado. Em uma fuga, em 1662, acredita-se que Buregs enterrou o documento
protegido por uma caixa de pau-brasil em terras paranaenses, próxima da região
onde fica a bacia do rio Tibagi. Nesta fuga ele foi morto pelos padres
portugueses.
A seita aumentou ao passar dos anos, no entanto - tomou
forma e visibilidade, sendo apresentada como nova religião em meados dos anos
1960 sob o nome de Filhos de Deus, possuindo devotos em diversos países até
hoje e sendo considerada oficialmente como Seita pelo FBI.
Depois de terem descoberto essa narrativa, Sol, Rômulo e
Joana logo associaram as letras BURGS como uma homenagem feita por um seguidor
para Rutger Van Buregis, e a representação símbolo masculino que remete ao
falo. Elas estavam com o mapa que levava ao possível paradeiro do
documento.
Sendo assim o trio começa a correr contra o tempo para
decifrar os símbolos do mapa e achar o possível paradeiro da caixa escondida.
Desenrolando todos os mistérios que o mapa contem e
sobrevivendo à todas as torturas, elas descobrem que o mapa se encontra
enterrado na região onde foi fundada, em 1969, a Universidade Estadual de
Maringá.
O local do esconderijo havia sido descoberto, neste momento
Rômulo se articula rapidamente para ter acesso ao espaço antes de Joana e Sol,
e justamente em um momento de descuido dessa sua pressa ele deixa passar um
descuido, a presença da marcação do símbolo da seita presente em seu calcanhar.
Sol não sendo burra nem nada reconhece o símbolo e desmascara Rômulo para a
Joana. E aí uma briga física acontece e Rômulo acerta Joana na jugular com uma
faca.
Desesperado e assustado Rômulo foge e Sol liga para a
polícia e conta quem havia a matado. Porém, Rômulo sendo o protegido da igreja
que acredita que ele tenha a matado por ter conseguido pegar o mapa, consegue
sair a salvo, o caso é arquivado e a morte esquecida como tantas outras naquele
momento histórico.
Rômulo, depois do acontecido, volta para a igreja para mais
um dia de trabalho, porém, neste meio período de fuga e sumiço dele, os
superiores descobrem seu envolvimento com os Iluminatti, Sol o havia denunciado,
e o matam.
Guiada pela sede de vingança contra a igreja católica, Sol
quer descobrir o documento, mas em contrapartida guiada pela proteção social
das crianças e dos adolescente ela decide por não desenterrar a caixa, porém
deixa um marco onde marcava no mapa o local. Em 1976, já a beira da morte, e
com o fim da ditadura, Sol decide fazer um marco onde acreditava estar a caixa,
que mais tarde foi tornado no memorial dos mortos do massacre do eldorado por
uma de suas seguidoras. E o mapa... elas o queimaram.terça-feira, 19 de dezembro de 2017
MANUSCRITO DA BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO
Quarta parte
| O Manuscrito Voynich "o livro que ninguém consegue ler" |
O Manuscrito Voynich é também um misterioso livro manuscrito e ilustrado com um conteúdo incompreensível. Imagina-se que tenha sido escrito há aproximadamente 600 anos por um autor desconhecido que se utilizou de um sistema de escrita não-identificado e uma linguagem inteligível. É conhecido como "o livro que ninguém consegue ler".
| O Codex Seraphinianus a enciclopédia indecifrável |
O Codex Seraphinianus é uma enciclopédia sobre um mundo imaginário com um texto indecifrável com mais de mil desenhos feitos pelo artista e arquiteto italiano Luigi Serafini entre 1976 e 1978. A primeira edição do livro foi publicada em 1981 pela Franco Maria Ricci. Em 2006, o livro foi relançado na Itália pela editora Rizzoli numa edição mais econômica, porém com excelente qualidade de impressão.
| Páginas finais do Manuscrito que forram arrancadas so corpo do livro |
O Manuscrito da Biblioteca Nacional apresenta mais um implico para os pesquisadores encarregados de suas tradução, sendo esse, o fato de estar incompleto, pois algumas paginas finais do texto encontram-se arrancadas do corpo do livro, impossibilitando a analise e comparação dos textos como um todo de modo a dificultar ainda mais o processo de tradução.
Por Aron Brito
MANUSCRITO DA BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO
Terceira parte
A partir do estudo do símbolo espiralado, os pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro conseguiram por meio de analise de sua repetição e disposição no corpo do texto transpor do idioma desconhecido, utilizado nos escritos do documento, para a lingua portuguesa três palavras, sendo elas:
Planta
Cura
Sonho
| Página do Manuscrito contendo desenhos de que acredita-se ser plantas de uma flora desconhecida |
| Página do Manuscrito contendo o que acredita-se ser animais de uma fauna desconhecida |
MANUSCRITO DA BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO
segunda parte
Após a analise do documento feita pelo grupo multidisciplinar de pesquisadores, em diversas áreas da Universidade Federal do Rio de Janeiro, foi constatado pela equipe, a idade do artefato. Acredita-se, pela datação do papel que seja da época contemporânea a construção da biblioteca (1808), que no período do império possuía a alcunha de Biblioteca Real
| página contendo símbolo que faz alusão a uma espiral |
Foi-se constatado também a presença constante entre as paginas de desenhos e ideogramas a presença de um símbolo espiralado, sendo esse presente em cada uma das páginas, contudo variando de sentido e posição. A espiral é uma forma constante também na natureza sendo uma das representações gráficas da sequencia numérica proposta pelo matemático Leonardo Pisa, mais conhecido como Fibonacci, onde a progressão se da pela soma dos dois números anteriores que resulta no posterior de modo a sempre se produzir uma sequencia que se expande proporcionalmente.
1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, ...
Por Aron Brito
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